O sistema remuneratório dos profissionais da GNR não é actualizado há:

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Posto de Alpiarça tem novas instalações

A Delegação da Região de Lisboa da Associação dos Profissionais da Guarda – APG/GNR congratula-se com a inauguração do Posto Territorial de Alpiarça, que decorreu ontem, dia 25 de Setembro.

A APG/GNR relembra que este processo demorou cerca de 3 décadas o que significa que não foi dada resposta à situação do antigo Posto Territorial de Alpiarça com a urgência exigível. Estavam em causa instalações num edifício centenário, extraordinariamente degradado e sem condições mínimas de habitabilidade ou salubridade. A APG/GNR nos últimos anos tomou por diversas vezes posição pública sobre a inadequação destas instalações, oficiou e reuniu com as entidades responsáveis e lamenta que o processo não tenha sido mais célere.

A APG/GNR espera que novo Posto permita o cumprimento da missão da GNR, correspondendo às expectativas da população e garantindo-se os direitos dos profissionais da GNR.

A APG/GNR alerta para o facto de o cumprimento cabal da missão da GNR não se fazer apenas de instalações adequadas e, o desejável policiamento comunitário, preventivo e de proximidade carece de reforço de meios humanos.

A Delegação de Lisboa da APG/GNR tem consciência de que este não é caso único e tem vindo a alertar para as condições desumanas para os profissionais da GNR dos Postos Territoriais da Moita, Poceirão, Ermidas do Sado, Paio Pires e Destacamento de Coruche, tendo inclusivamente estado nestes postos e reunido com os Presidentes das Câmaras Municipais de Coruche e do Seixal.

Na verdade, os postos que referimos fazem parte de uma longa lista, até porque nos distritos de Lisboa, Setúbal e Santarém, não são muitas as instalações que oferecem condições dignas aos profissionais da GNR
Refira-se que todos estes postos estão sinalizados e referidos no Relatório Global ISAP – Inspeções Sem Aviso Prévio (2024), que foi noticiado ontem.

A APG/GNR entende que não basta efectuar relatórios se daí não resultarem medidas, ou se estas demorarem décadas, como foi o caso de Alpiarça . Estamos atentos – vamos continuar atentos

Lisboa, 26 de Setembro de 2025

A Delegação da Região de Lisboa da APG-GNR

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