Face à falta de respostas do Governo, a APG/GNR e a ASPP/PSP, parceiras históricas, agendaram ações de protesto em diversas cidades, culminando numa grande Manifestação no final de outubro.
Em causa está o incumprimento do acordo de junho de 2024 e a alteração legislativa que impõe cortes de 30% a 40% nas pensões de reforma. Não podemos permitir que estas situações se arrastem mais no tempo.
A inércia governamental penaliza demasiados profissionais, que perdem, em média, 250€ mensais relativos a três ciclos avaliativos com notas positivas, ou seja seis avaliações, que possibilitariam avanços remuneratórios, direito consagrado no Estatuto dos Militares da GNR e que tem sido negado pelo Governo, permitindo ao Estado poupar milhões à custa destes profissionais.
Mesmo com reuniões agendadas, não cederemos, até ao integral cumprimento do acordo assinado. Basta de protelarem eternamente questões que tanto prejudicam os profissionais como acarretam prejuízos à própria instituição.

