A Associação dos Profissionais da Guarda – APG/GNR reuniu hoje com o Ministro da Administração Interna, o Dr. Luís Neves, para apresentar cumprimentos pela investidura nas novas funções e, ainda, para apresentar outras questões de âmbito associativo e profissional.
Independentemente de o Ministro da Administração Interna ter assumido funções muito recentemente, temos consciência de que a equipa ministerial se mantém e que, por princípio, não se poderá alegar desconhecimento total das matérias.
A APG/GNR relembrou que o acordo de negociação firmado no final de 2024 só aconteceu porque houve um compromisso explícito de se negociarem carreiras e remunerações, bem como o sistema de avaliação.
A APG/GNR relembra que muitos profissionais da Guarda estão hoje estagnados na carreira por não conseguirem progredir horizontalmente e, quando aplicável, chegam a querer abdicar da promoção, por ficarem a auferir o mesmo vencimento e, ainda, obrigados a colocações por imposição, sendo certo que os efeitos da avaliação de desempenho, neste contexto, não se fazem sequer sentir.
No que respeita ao cálculo das pensões de reforma e que, na sequência da aplicação do regime convergente de pensões, irá resultar em cortes substanciais nos valores a receber, a APG/GNR exige alterações urgentes à legislação e manifestou-se neste sentido, transmitindo o presente sentimento de revolta que se faz sentir no seio da Instituição.
O novo responsável da Tutela manifestou sensibilidade para as questões apresentadas, sendo certo que a APG/GNR espera que as intenções apresentadas se venham a materializar em acções, a ter lugar com a merecida brevidade.
Lisboa, 16 de Março de 2026

