Neste momento de profunda tristeza a Associação dos Profissionais da Guarda – APG/GNR presta as mais sentidas condolências aos familiares, amigos e colegas do Pedro Manata e Silva, que faleceu em serviço.
É sempre imensa a consternação quando um de nós perde a vida em serviço de forma prematura, mas este caso em particular tem para a APG/GNR um significado diferente, na medida em que se trata de alguém que nos é próximo, que era associado e antigo dirigente da APG/GNR, que teve a generosidade de lutar pelos direitos dos seus camaradas, de lhes dar voz.
Não é admissível que, sempre que morre um profissional da GNR em serviço se lamente o sucedido, que se apresentem discursos de circunstância sem que daí surjam consequências políticas concretas no plano das decisões. Os profissionais da GNR que juraram cumprir a sua missão, mesmo “com risco da própria vida”, fazem-no diariamente e, lamentavelmente, encontram-se desprotegidos perante o seu estatuto e dignidade profissionais.
A APG/GNR reitera as suas sinceras condolências à família do Pedro Manata e Silva e exige ao Governo e à Tutela respostas firmes, que se consubstanciem em medidas que reconheçam o risco da nossa profissão, que nos confiram dignidade, enquanto agentes da segurança pública e enquanto seres humanos.
Lisboa, 28 de Outubro de 2025
A Direcção Nacional

