Reuniram hoje, a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), a Associação Nacional dos Sargentos da Guarda (ANSG) e a Associação Nacional dos Oficiais da Guarda (ANOG).
As três estruturas mais representativas da GNR consideram que o actual momento que atravessa o país é preocupante e apresenta desafios, quer para as populações, quer para os profissionais da GNR, motivo pelo qual não poderiam deixar de manifestar a sua solidariedade e reconhecimento por todos os envolvidos na resolução das consequências trágicas das intempéries.
Contudo, independentemente do actual contexto, há questões prementes que, desde já, exigem união e intervenção das estruturas representativas dos profissionais da GNR.
O actual quadro legislativo irá impor cortes substanciais nas pensões de reforma dos profissionais da GNR e, de igual forma, desigualdades entre profissionais com carreiras contributivas equivalentes, sujeitos a condições de desgaste e perigo em tudo similares.
O direito à negociação colectiva impõe-se como fundamental, enquanto garante de uma defesa eficaz dos direitos dos profissionais da GNR. Importa pugnar e assegurar que a voz dos profissionais tenha relevância. Não podem nem devem as estruturas ficar reféns da boa-vontade da Tutela para negociar, devendo garantir-se o direito pleno à organização colectiva na GNR, procedendo-se às necessárias alterações legislativas.
É considerando esta realidade que irão ser solicitadas reuniões a todos os partidos com representação parlamentar e, se necessário, serão equacionadas acções concretas de protesto.
O futuro imediato impõe união, luta e espírito reivindicativo, motivo pelo qual desde já exortamos todos os profissionais da GNR e demais associações representativas a participar de forma massiva em acções de luta que possam vir a ser agendadas.
Unidos somos mais fortes!
Lisboa, 12 de Fevereiro de 2026
A APG/GNR
A ANSG
A ANOG

