Numa recente volta ao dispositivo, a APG/GNR constatou que há um denominador comum no que tange a preocupações – a capacidade de subsistência dos agregados familiares dos profissionais da Guarda.
Já não se trata apenas de exigir a justa valorização das remunerações de quem garante a segurança pública, mas sim de fazer face à perda de compra, ao aumento de bens e serviços essenciais, dos arrendamentos e créditos à habitação. Até a tabela do SAD/GNR, nos valores pagos pelos beneficiários aumentou, sendo certo que descontam mensal e obrigatoriamente 3,5% do seu vencimento.
Quem quererá ingressar amanhã na GNR quando, em início de carreira, ganha-se o mesmo que em outra actividade que não implique risco de vida ou a deslocação para longe da sua residência?
Os profissionais da GNR sentem-se preteridos por um Estado que não reconhece a importância das suas funções, que nem os retroactivos decorrentes da colocação na TRU quer pagar sem ser obrigado pelo tribunal e tem disponibilidade zero para contabilizar integralmente o seu tempo de serviço.
Este é um barco à deriva. Urge mudar o rumo.
César Nogueira, Presidente da Associação dos Profissionais da Guarda
IN Correio da Segurança | 23-02-2023 | jornal Correio da Manhã
OS PROFISSIONAIS DA GNR NÃO ESTAO SOZINHOS
APG-GNR | 31 ANOS | PELA DEFESA DOS NOSSOS DIREITOS
#apggnr #sindicato #desde1991 #peladefesadosnossosdireitos #orostodosindicalismonagnr #guardanacionalrepublicana #ministériodaadministraçãointerna

