A Plataforma dos Sindicatos da PSP e Associações da GNR reuniu hoje, em Lisboa, para uma sessão de trabalho com os órgãos de comunicação social, fazer um balanço da actualidade e apontar novas formas de luta, reassumindo as nossas reivindicações como pertinentes e atuais. De forma unânime, a Plataforma não coloca e nunca colocou o livre direito e exercício de voto em causa, pretendendo que essa ideia seja registada e não abusiva e erradamente utilizada.

Com a mesma pertinência que o governo indica estar em gestão e limitado, surgem alguns movimentos espontâneos que agora se corporizam para o protesto e a reivindicação, mais parecendo pretender condicionar os resultados desta Plataforma, ou seja, condicionar o resultado da luta na defesa dos polícias.

Mais concluiu esta Plataforma, pelo frontal repúdio pelas declarações proferidas pelo MAI, as quais para além de ingratas, foram despropositadas e ofensivas e a carta do Primeiro-ministro, que continua a não explicar os motivos pelos quais não enquadrou as Forças de Segurança nesta valorização e reconhecimento.

Neste sentido, a Plataforma decidiu manter a sua luta, numa visão construtiva e responsável, tendo decidido organizar vigílias nos aeroportos e portos no dia 15 de fevereiro, às 06h00, e uma concentração de polícias no Terreiro do Paço no dia 19 de fevereiro, pelas 17h30. No dia 2 de março será organizado um Encontro Nacional de policias da PSP e militares da GNR, para auscultar os associados. Será a coesão e insistência a determinar o sucesso dos policias, mantendo a opinião pública e as estruturas no seu todo solidários com a nossa justa e legitima reivindicação.

 A Plataforma não se desvia da sua luta, numa visão construtiva e responsável, como sempre pautou a intervenção.

 06.fevereiro.2024
 #Plataforma dos Sindicatos da PSP e Associações da GNR
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